Troca de sentidos


 

 

2014, Teresópolis

Faço muito que não foto. Tanto, que não foco. Muito que não conto. E, talvez, pelas não vielas do fato, exista a essência mais expressiva da presença. O momento único, contínuo e intraduzível.

Quando, ao final, o sentimento despede-se, pelo viés da memória ou aos braços da história, o que se conta é repaginação mais traiçoeira de uma inocente vontade de querer dizer o que deveria se contemplar.

(Marcelo Penteado)

Ao que é bem-vindo

A arte que nasce em mim toma forma em si e ganha vida em ti.
setembro 2014
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